Pular para o conteúdo principal

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL BLOQUEIA FPM DO AMAPÁ DO MARANHÃO E MAIS 18 MUNICÍPIOS DO MARANHÃO


TATI DO ADEMAR 


Recurso é considerado principal fonte de receita das prefeituras. Próximos créditos, agendados para 20 e 28 de dezembro, só poderão ser recebidos por quem estiver regularizado.
Dezenove municípios do Maranhão estão com o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) bloqueados pela Secretaria da Receita Federal (SRF), segundo levantamento feito pelo ATUAL7 no site do Tesouro Nacional, nesta segunda-feira 17.
Estão na lista os municípios — seguido por seus respectivos prefeitos — de Altamira do Maranhão (Ricardo Miranda), Alto Alegre do Pindaré (Fufuca Dantas), Amapá do Maranhão (Tate do Ademar), Bacabal (Edvan Brandão), Bernardo do Mearim (Eudina Pinheiro), Buriticupu (Zé Gomes), Dom Pedro (Alexandre Costa), Gonçalves Dias (Toinho Patioba), Lago Verde (Dr. Francisco), Luis Domingues (Gilberto Braga), Milagres do Maranhão (Leonardo Lima), Olho D’Água das Cunhas (Viliane Oliveira), Paço do Lumiar (Domingos Dutra), Pirapemas (Dr. Iomar), Rosário (Irlahi Moraes), Santana do Maranhão (Fransquin Tavares), São Bernardo (João Igor), São João do Carú (Xixico Vieira) e Vila Nova dos Martírios (Karla Batista).
O bloqueio foi realizado na última quinta-feira 13, por conta de irregularidades.
De acordo com o cronograma de repasses da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para 2018, os próximos créditos estão agendados para serem efetivados nos dias 20 e 28 de dezembro.
Enquanto não se regularizarem, os municípios com bloqueio estão  impedidos de receber o FPM, considerado principal fonte de receita das prefeituras.
Atual 7

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Ex-vereadora e família sofrem acidente em Santa Luzia; condutor fugiu sem prestar socorro

​ SANTA LUZIA DO PARÁ – Um grave acidente de trânsito foi registrado na noite de ontem nas proximidades do acesso à cidade de Bragança, envolvendo a ex-vereadora Beth e sua família. O grupo retornava de um momento de despedida: o Professor Lúcio Rodrigues , marido da ex-vereadora e irmão dos ex-vereadores de Bragança, Mauro Rodrigues e Zeca Rodrigues , estava voltando do sepultamento de seu próprio irmão quando o veículo da família foi atingido. ​De acordo com relatos de populares e testemunhas que presenciaram a colisão, o automóvel da família foi atingido por uma caminhonete. O condutor da mesma apresentava sinais visíveis de embriaguez, e diversas latas de bebidas alcoólicas foram avistadas no interior do veículo. O motorista, identificado por moradores locais como irmão do vereador "Neguinho do Coco", de Santa Luzia do Pará, evadiu-se do local sem prestar assistência às vítimas. ​Atendimento e Danos ​A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para atender a ocorrênc...

Pescadores artesanais anunciam interdição de rodovias federais no Maranhão

O Movimento Popular em Defesa do Pescador Artesanal do Maranhão convocou uma mobilização geral para o próximo dia 09 de fevereiro . O protesto, que visa reivindicar direitos da categoria que estariam sendo negados, prevê o fechamento de dois pontos estratégicos em rodovias federais que cortam o estado. ​As interdições estão programadas para começar às 07:00 da manhã e, segundo os organizadores, ocorrerão por tempo indeterminado . ​Locais confirmados para o bloqueio: ​ BR-316: Na Ponte do Rio Pindaré. ​ BR-135: Próximo à rotatória de Bacabeira. ​A manifestação busca chamar a atenção das autoridades para a pauta da pesca artesanal maranhense, exigindo o cumprimento de garantias e assistência aos trabalhadores do setor. Motoristas que planejam trafegar por essas regiões na data devem estar atentos a possíveis congestionamentos e atrasos.

*MPE pede cassação do prefeito de Presidente Médici por compra de votos*

O Ministério Público Eleitoral do Maranhão está pedindo a cassação do prefeito de Presidente Médici, Janilson dos Santos Coelho, o Dr. Caçula Coelho, na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 0600509-08.2024.6.10.0080, que tramita na 80ª Zona Eleitoral de Santa Luzia do Paruá.  A ação foi movida pela Coligação “União e Reconstrução” (PP/PL/União), que denunciou a prática de abuso de poder econômico, captação ilícita de sufrágio (compra de votos) e uso indevido de bens públicos durante as eleições de 2024. As provas apresentadas nos autos são contundentes. Testemunhas relataram ter recebido R$ 3.000,00 em troca de votos, com negociação feita diretamente com o investigado e intermediada por uma vereadora. Comprovantes de transferências via Pix e atas notariais foram juntados ao processo.  Além disso, testemunhos confirmaram o uso das dependências da própria Prefeitura Municipal para atos de campanha, a distribuição sistemática de alimentos na residência do candidato e...