Vereadora rebate grupo político e faz revelações polêmicas em Nova Olinda
Em vídeo nas redes sociais, Camila afirma ser vítima de perseguição, mas admite prática de crimes eleitorais a pedido de aliados na última eleição.
A política de Nova Olinda do Maranhão ganhou novos capítulos de tensão nesta semana. A vereadora Camila utilizou suas redes sociais para publicar um vídeo de resposta às declarações feitas pelo grupo do Partido Liberal (PL) durante uma confraternização recente, organizada pela ex-candidata e primeira-dama de Araguanã, Thaymara Amorim, e seu marido, Flávio Amorim.
No vídeo, a parlamentar afirma categoricamente que "não é submissa a grupo algum e nunca será", rebatendo falas proferidas no evento que ocorreu próximo à sua residência. Segundo Camila, as informações divulgadas por seus opositores "não correspondem à realidade" e ela afirma estar sendo vítima de uma perseguição política orquestrada.
Confissões Graves
O que mais chamou a atenção no pronunciamento, entretanto, foram as revelações sobre o último pleito. Ao tentar expor o que chamou de "a verdade dos fatos", a vereadora confessou ter participado de esquemas de corrupção eleitoral.
De acordo com o relato da parlamentar no vídeo:
- Compra de votos: Camila afirma ter realizado a compra de votos a pedido da então candidata Thaymara Amorim.
- Coação de testemunhas: A vereadora declarou ter coagido testemunhas contra o candidato eleito, Ary Menezes.
- Troca de favores: Em contrapartida a essas ações, teria sido prometido emprego na cidade vizinha, gerida por Flávio Amorim.

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